terça-feira, 19 de abril de 2011

Era uma vez ...

Tudo começou do nada, mas depressa se transformou em fascinio, respeito e quem sabe até mesmo amor.
Amor escondido, camuflado pelo medo de ser real, por tudo o que já passei.
Tinhas um bem querer de mais para mim, não o conseguia aceitar, nem entender. Se comecei com os dois pés atrás, hei-de acabar com os dois pés à frente. Tens o direito de me amar e o dever de não me magoar. Dou-te, não aquilo que tenho mas, aquilo que sou. Se o meu olhar falasse dizer-te-ia tudo isto que não faço a minha boca dizer. Os nós que tenho na garganta, soltam-se nas minhas mãos. Não gosto do último olhar, detesto o último adeus. As saudades não se sentem por quem se quer, mas só por quem as merece e acredita que mereces todas as lágrimas, sorrisos, e lamechices pegadas, como esta.

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